31 de março de 2009

Ti verde

A TI Verde ou a computação verde é o estudo e a prática da utilização eficiente dos recursos computacionais. O principal objetivo deste programa é baseado em três linhas básicas, um espectro expandido de valores e critérios de medição organizacional (e sociais) de sucesso.

Os objetivos são semelhantes aos da química verde, reduzir o uso de materiais perigosos, maximizar a eficiência energética durante a vida útil do produto, e promover a reciclagem ou biodegradabilidade dos produtos e com uma política de zero resíduos.

Modernos sistemas de TI dependem de uma complexa mistura de pessoas, redes e hardware, como tal, a computação verde deve ter uma iniciativa  de natureza sistêmica e abordar os problemas cada vez mais sofisticados. Elementos de uma solução podem incluir itens como a satisfação do usuário final, reestruturação de gestão, o cumprimento regulamentar, disposição de resíduos eletrônicos, tele trabalho, virtualização do servidor de recursos, a utilização de energia, soluções thin client e retorno sobre investimento (ROI).

Hoje vemos grandes empresas como a Microsoft, Cisco e a IBM com cargos importantes de executivos Verdes. A própria intel possui produtos focados na computação verde onde o a redução de consumo é a palavra chave e isso sem perder em desempenho.

Origens:
Em 1992, a agência de proteção ambiental americano lançou o Energy Star, um programa voluntário que foi concebido para reconhecer e promover a eficiência energética em monitores, equipamento de controle climático e outras tecnologias. Isto resultou na adoção generalizada de modo hibernar entre os eletro eletrônicos.

O termo “computação verde” foi cunhado provavelmente pouco depois do programa Energy Star começar, em 1992, antes da internet existia a USENET onde se podia encontrar o termo em vários lugares.

Paralelamente, o organização sueca de desenvolvimento TCO, lançou o programa de Certificação TCO para promover baixa emissão elétrico e magnético provenientes de monitores CRT; esse programa foi posteriormente expandido para incluir critérios sobre o consumo de energia, ergonomia, bem como a utilização de materiais perigosos na construção.